LiveZilla Live Chat Software

Gonzaguinha: 30 anos de saudades - Em Cartaz


Sinopse:

O produtor João Luiz Azevedo e o ator cantor Rogério Silvestre orgulhosamente apresentam o show  GONZAGUINHA: 30 ANOS DE SAUDADES para temporada de 06 apresentações, nos dias 03, 04, 10, 11, 17 e 18 de setembro/2021 (sextas e sábados 19h), no Teatro João Caetano.
 
Há exatamente 03 anos, o ator cantor Rogério Silvestre, volta ao Teatro João Caetano, onde fez muito sucesso por 5 meses, em 2018/19 com o musical “Gonzaguinha: O Eterno Aprendiz”, agora com o show musical GONZAGUINHA: 30 ANOS DE SAUDADES, criado especialmente para celebrar os 30 anos da morte do cantor compositor Gonzaguinha em uma LiveShow transmitida ao vivo pela página do Teatro Rival, justamente na data que completou 30 anos do acidente automobilístico que vitimou o nosso homenageado; no dia 29 de abril/2021.
 
Neste show, Rogério e sua banda conta um pouco da última turnê e últimos shows do compositor, antes de sua morte, além de mostrar algumas canções, pouco conhecidas, que não foram apresentadas no musical ‘Gonzaguinha: O Eterno Aprendiz’
 
Os versos de Gonzaguinha nunca foram tão atuais como nos dias de hoje.
Em tempos bicudos como esse que estamos vivendo, quem nunca pensou em gritar os versos da canção “É”?
 
“A gente não tem cara de panaca,
a gente não tem jeito de babaca,
a gente não está, com a bunda exposta na janela,
pra passar a mão nela”
 
Rogério Silvestre apresenta no show GONZAGUINHA: 30 ANOS DE SAUDADES, ao lado de integrantes da banda do musical “Gonzaguinha: O Eterno Aprendiz”, novas histórias e algumas canções que não estão no roteiro original do musical.
 
Estarão com Rogerio Silvestre nesse show, os músicos Júlio Romão (violão e guitarra), Cacá Franklin (percussão), Aurélio Duarte (baixo), Miguel Contrucci (bateria) e a cantora Roberta Ribeiro.
 
GONZAGUINHA: 30 ANOS DE SAUDADES mostra um pouco da história e da música de um dos maiores compositores e intérpretes brasileiros, passeando por momentos marcantes da vida do cantor e compositor carioca; como a infância no Morro de São Carlos (RJ), os primeiros passos na carreira artística, os embates com a ditadura militar e a relação conflituosa com o pai, o rei do Baião, Gonzagão.
 
Clássicos como “Sangrando”, “Guerreiro Menino”, “Eu Apenas Queria Que Você Soubesse”, “Recado”, “Pequena Memória para um Tempo sem Memória”, “Com a Perna no Mundo”, “Marcha do Povo Doido”, “Sementes do Amanhã”, “O Preto Que Satisfaz”, “Petúnia Resedá”, “E Vamos à Luta”, “O Homem me Falou”, “O que é o que É?” e “É” estão no roteiro desse Tributo a esse grande compositor.
 
O Homenageado
O cantor e compositor Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior nasceu no Rio de Janeiro, em 1945 e morreu aos 45 anos, em um acidente de carro, no sul do país.  
 
Filho de Luiz Gonzaga e da cantora e dançarina Odaléia Guedes dos Santos, ficou órfão de mãe com dois anos de idade. Foi criado pelo padrinho Henrique Xavier e pela madrinha Dina.
 
Gonzaguinha aprendeu cedo a fazer música no convívio com Pafúncio, membro da ala de compositores da Unidos de São Carlos. Os primeiros acordes de violão ele aprendeu com o padrinho.
 
Do pai, recebia algum dinheiro para pagar os estudos e umas visitas esporádicas. O jovem ia crescendo e aprendendo as durezas da vida.
 
Com 16 anos, Gonzaguinha decidiu morar com o pai, para continuar os estudos. Na época, Helena, a esposa do Rei do Baião, não aceitou o garoto, a quem chamava “bastardo”.
 
Sem muita opção, o menino aceitou completar os estudos como interno em um colégio. Em 1967, ingressou na Faculdade de Ciências Econômicas Cândido Mendes, no Rio de Janeiro.
 
Suas primeiras composições surgiram quando passou a frequentar as rodas de violão na casa do psiquiatra Aluísio Porto Carreiro, pai de Ângela, com quem se casou e teve dois filhos, Daniel e Fernanda.
 
Nessa época, ele ficou amigo de Ivan Lins, César Costa Filho, Aldir Blanc e Dominguinhos, com quem fundou o Movimento Artístico Universitário o (MAU).
 
Logo começou a participar de Festivais Universitários de Música, e em 1968 foi o finalista com a música “Pobreza por Pobreza”. Em 1969 ganhou o primeiro lugar com a música “Trem”.
 
Gonzaguinha transformava as dificuldades de sua vida em uma aguda consciência política e social, que se tornaria matéria prima fundamental de suas composições.
 
A grande mudança em sua carreira veio em fevereiro de 1973, quando se apresentou no programa de Flávio Cavalcanti, quando cantou a música “Comportamento Geral”.
 
Acusado de terrorista pelos jurados do programa, recebeu uma advertência da censura no dia seguinte, mas a polêmica causada levaria sua música a ocupar as paradas de sucesso e seu compacto logo esgotou.
 
Nessa época, vivia-se um tempo de perseguições e de censura pelo regime militar e a música “Comportamento Geral” foi proibida em todo o país. Gonzaguinha foi levado ao DOPS para prestar esclarecimentos. Mesmo com a perseguição e várias músicas censuradas, Gonzaguinha gravou os discos: Gonzaguinha (1974), Plano de Voo (1975) e Começaria Tudo Outra Vez (1976).
 
Esse último disco representou uma virada em sua carreira. A música título foi um grande sucesso, e a partir daí suas músicas se tornaram mais românticas, mesmo sem abandonar as preocupações sociais.
 
Em 1979, na voz de Maria Betânia, o compositor estourava no mercado musical com “Não Dá Mais Para Segurar”, que ficou conhecida como “Explode Coração”.
 
Em 1981, Gonzaguinha iniciou uma turnê pelo país ao lado de Luiz Gonzaga, com o show “Vida de Viajante”, o que selou o reencontro dos dois. Gonzaguinha é também pai de Amora, fruto de sua relação com Sandra Pera, do grupo As Frenéticas.
 
Os últimos 12 anos de sua vida, Gonzaguinha viveu em Belo Horizonte, com sua terceira esposa, Louise Margarete, com quem teve a filha Mariana.
 
Gonzaguinha faleceu em Renascença, Paraná, no dia 29 de abril de 1991, após sofrer um acidente de carro na estrada.
 
Gravou 19 discos, foi gravado pelos grandes nomes da nossa música e foi responsável por alguns dos maiores sucessos radiofônicos da MPB, decisivos para as carreiras de cantoras como Maria Bethânia (“Grito de alerta”, “Explode coração”), Simone (“Sangrando”, “Começaria tudo outra vez”), Joanna (“Uma Canção de Amor”, “Quarto de Hotel”, “Caminhos do Coração”).

Certamente, GONZAGUINHA: 30 ANOS DE SAUDADES merece ser visto pelos fãs do Gonzaguinha e principalmente, pelos amantes da boa música.


Dias, horários e valores:
Sexta às 19:00 - R$ 24,00 (Valor Exclusivo RioNoTeatro)
Sábado às 19:00 - R$ 24,00 (Valor Exclusivo RioNoTeatro)


Duração: 80 minutos


Temporada:
De 03/09/2021 Até 25/09/2021


Contato:
(21) 2437-1700 | Somente WhatsApp


Classificação:
14 anos


Generos:
Musical / Poesia / Música / Show


Local:

Teatro João Caetano


Praça Tiradentes , s/n - Centro





PUBLICIDADE
FACEBOOK
PUBLICIDADE